Como toda “ITE”, TENDINITE  é uma inflamação aguda. No caso  de um tendão – TENDINITE – pode ocorrer nos membros superiores ou inferiores, onde haja tendão sendo utilizado inadequadamente,  sem intervalos de repouso. Pessoas cujas funções exigem demasiados esforços ou  movimentos repetitidos de dedos, braços,pernas ou pés são as maiores vítimas. Bancários, metalúrgicos, digitadores, operadores de linha de montagem ou de telemarketing, secretários, escritores, funcionários dos Correios e até donas de casa são os mais propícios a sofrerem da doença. Sem dúvida, a prevenção – evitar demora nas tarefas que exijam muito do tendão, dar intervalos de repouso ou alternando mãos, pés, procurando uma melhor postura, evitar peso como em sacolas pesadas – ainda é o melhor caminho. Ao menor sinal de crise – dor intensa nos tendões, deve-se procurar imediatamente um médico especializado para que o quadro não evolua.

Em 2008, na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNDA), constatou-se que 70 mil trabalhadores disserem ter diagnóstico médico de tendinite ou tenossinovite, manifestações clínicas das LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbios Osteo-Musculares Relacionados ao Trabalho).

Tratamentos alternativos como magnetoterapia são uma excelente escolha  para quem busca uma opção mais saudável.

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Não se lembrar onde colocou o relógio, esquecer de trancar a porta de casa, procurar os óculos com eles sobre a cabeça ou mesmo sobre  os olhos  são situações normalmente   entendidas como consequências do envelhecimento e até mesmo do  estresse do dia a dia.   Porém,  dificuldades  de  memória que ultrapassem situações comuns a todas as idades podem ser sintomas de  ALZHEIMER – uma doença neurológica  degenerativa que,  aos poucos, agrava as alterações de comportamento.

A doença de ALZHEIMER  acomete,  normalmente,  pessoas  de terceira idade – geralmente pessoas que se doam muito à família -gerando lapsos de memória e confusão mental, podendo levar até ao não reconhecimento de familiares.  Infelizmente,  as pessoas acometidas pela doença de ALZHEIMER – as mesmas que muito se dedicaram a seus parentes – são muitas vezes “jogadas”  em uma cama  e  cuidadas  por  pessoas  estranhas  ( profissionais  necessários,  mas  sem  nenhum  vínculo  afetivo)  que  realizam  funções constrangedoras  como  dar  banho ou  limpar  suas  partes  íntimas,  enquanto  sua família limita-se ao provimento de remédios ou produtos para o tratamento.  Tal  postura  da  família  contribue  para  o  agravamento  do paciente,  por  sentir-se  rejeitado e  sem importância.

Ao atingir um estágio avançado, o paciente apresenta dificuldades para se locomover e realizar tarefas simples, como alimentar-se e vestir-se, passando a demandar cuidados especiais em tempo integral.

COMPREENSÃO DA FAMÍLIA:   As  doenças   neurológicas,  degenerativas  ou  psiquiátricas   afetam  não  apenas  o  paciente,  mas também sua família e amigos.  O melhor tratamento é aquele realizado com apoio e compreensão de familiares e  acompanhamento regular de médico especializado.   A família tem um papel fundamental no diagnóstico correto da doença  ao perceber as mudanças de comportamento e encaminhar o paciente a um médico, como um geriatra, psiquiatra ou neurologista.  Identificada a doença, os familiares assumem a importante função de cuidadores, podendo auxiliar em atividades cotidianas e no controle do tratamento.

PARA CUIDAR, É PRECISO VENCER O PRECONCEITO!

Estudos   comprovam  que  terapias  alternativas   como a magnetoterapia  e  com energia  bioquântica  ( alopatas,  não  invasivas e indolores) vêm ajudado  não apenas a tratar como também prevenir várias doenças psiquiátricas,  neurológicas  e  degenerativas como a doença de ALZHEIMER e PARKINSON, dentre outras.

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Quando um órgão está doente, este produz uma excitação nervosa dita viscerogénea. Esta irritação é transmitida à medula espinhal e, em seguida, percorre as fibras nervosas e chega a uma região cutânea (pele), que é o órgão mais externo do corpo humano, provocando, então, dores na região. A circulação local é modificada, podendo acumular toxinas ou pequenos cristais que normalmente se estendem  aos seguimentos vizinhos.

A reflexoterapia é um tratamento alopata (sem uso de drogas) que, através de estímulos nos pontos reflexos existentes na pantas dos pés – massagens ou uso de sandálias magnéticas, faz  à conecção com as terminações nervosas correspondentes, iniciando uma gama de atividades internas verificando o estado e o funcionamento do órgão que corresponde aquele ponto que está sendo estimulado, melhorando a circulação sanguínea e, consequentemente chegando ao local, células de defesa para  sanar ou aliviar o quadro patológico.

Inicialmente, o estímulo pode causar desconforto e até dor, pois está refletindo a sintomatologia do órgão doente por via reflexa, mas em pouco dias a dor desaparece, bem como o agente causador da patologia.

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